Quando a Ton Chegou à Feira
📜 Cordel
Na feira livre do sertão,
Entre fruta, rede e pão,
Seu Zé armava a barraca
Com suor e coração.
Mas sofria todo dia
Com a falta de opção.
Cliente vinha animado,
Escolhia pra levar,
Na hora do pagamento
Queria no cartão passar.
Seu Zé coçava o chapéu
E dizia: “Não dá pra aceitar”.
Foi quando correu a notícia
Que mudou a vida inteira:
“Chegou uma tal de Ton,
Maquininha da mais certeira,
Sem aluguel, fácil de usar,
É sucesso aqui na feira!”
Não demorou pra chegar
No pacote verde-limão,
Seu Zé ligou na tomada
Com fé no coração.
No primeiro pagamento,
Já sentiu a emoção.
Agora aceita débito,
Crédito e parcelado,
O cliente sai sorrindo,
O negócio valorizado.
E o dinheiro cai ligeiro,
Tudo certo, organizado.
Na feira virou exemplo,
Todo mundo quer saber:
“Que máquina é essa, Seu Zé,
Que faz sua venda crescer?”
Ele responde orgulhoso:
“É a Ton pra quem quer vencer!”
Desde o dia em que a Ton
Na barraca foi parar,
Nunca mais faltou cliente,
Nunca mais deixou de faturar.
Quando a Ton chegou à feira,
Foi a virada desse lugar!
E pra você que trabalha
Na luta pra prosperar,
Fica aqui esse recado
Que não dá pra ignorar:
Com a Maquininha Ton na mão,
Sua feira vai brilhar!
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Sobre este cordel
Este cordel conta a história fictícia de Seu Zé, um pequeno comerciante da feira que passou a aceitar pagamentos no cartão após conhecer a Maquininha Ton. O objetivo é mostrar, de forma simples e popular, como a maquininha de cartão pode ajudar feirantes, ambulantes e pequenos empreendedores a vender mais, aceitar débito, crédito e parcelamento, sem pagar aluguel.
